20 FEVEREIRO 2018

BASTARDINHO DE AZEITÃO 40 ANOS É UM DOS MELHORES VINHOS DE 2017

Garrafa Trilogia O Bastardinho de Azeitão 40 anos foi considerado um dos melhores vinhos de 2017 para o painel de provas da “VINHO Grandes Escolhas”, integrando o Top 30 desta revista.Este licoroso, oriundo na Península de Setúbal, foi considerado uma “autêntica filigrana enológica” pela prestigiada publicação, que realizou na sexta-feira a Gala de Entrega de Prémios “Os Melhores do Ano”.

Este último engarrafamento dos 2300 litros de Bastardinho de Azeitão surpreendeu o painel de provas da “VINHO” por ser “sublime, de notável complexidade aromática e gustativa, misturando sugestões de biscoito, figos secos, balsâmicos, especiarias. Tudo isso mantendo uma frescura que confere leveza e elegância ao corpo untuoso e rico. Um extraordinário “canto do cisne” para um vinho irrepetível”.

As vinhas com cerca de 90 anos da casta Bastardo (Trousseau), que deram origem a este licoroso, foram arrancadas na década de 80, depois de cederem à pressão urbanística. Para prevenir a sua extinção, em 2005 a José Maria da Fonseca plantou meio hectare desta casta nas suas propriedades, sendo que dificilmente conseguirá condições para produção de um vinho semelhante num futuro próximo.

“O Melhor de Portugal”
Além do prémio conquistado pelo Bastardinho de Azeitão 40 anos, nesta gala, outros quatro vinhos da José Maria da Fonseca foram incluídos na categoria “O Melhor de Portugal”. Da Península de Setúbal, o destaque foi atribuído ao Periquita Superior Tinto 2014, onde “o Castelão de vinhas velhas domina no lote de castas”.

Rumando mais a sul, da região do Alentejo, dois vinhos foram considerados “O Melhor de Portugal”: J de José de Sousa Tinto 2014, por se revelar “imponente no aroma, com enorme complexidade” e o Puro Talha Branco 2015 pela sua “frescura de boca surpreendente, com notas minerais e perfil fino, elegante e cheio de carácter”.

O Alambre Moscatel de Setúbal 20 anos também foi incluído nesta categoria, graças à sua “belíssima concentração e complexidade aromática”, revelando-se “cremoso, untuoso, profundo, um perfeito exemplo de Moscatel com idade, com doçura perfeitamente equilibrada pela acidez”.

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